Cresci com o sabor de zimbro presente na minha infância...


O zimbro das lindas montanhas da Eslováquia, onde me aventurava como escoteiro aos 5 anos de idade, colhendo junto com meu pai o que logo se transformaria num delicioso tempero nas mãos mágicas da minha avó. Tempero que perfumava toda a casa enquanto ela preparava nossos deliciosos almoços de domingo.

 
 

O mesmo sabor da minha adolescência, do meu primeiro contato com as bebidas espirituosas nos encontros com os amigos. Sim, nós eslovacos também temos a nossa “cachaça”. E ela é feita de zimbro! Chama-se borovička. Esse sabor, que foi amadurecendo comigo e com minhas viagens pelo mundo, foi também companheiro nas longas conversas com meu cunhado sobre a vida ou os esportes, sempre que ia visitar minha irmã em Londres. Um gin-tonic era a promessa de uma tarde perfeita para esses encontros que já viraram uma tradição em nossa família.

 
 

Logo me mudei para Londres, e também essa mudança expandiu meu olhar para essa inquietude que existe na mistura de culturas em uma grande metrópole. Foi lá onde começou a minha paixão pela Coquetelaria, seguindo as dicas do meu amigo Erik Lorincz, também eslovaco e apaixonado pelo Brasil. Erik é um mixologista que te inspira e te transporta por instantes a um filme de James Bond, 007, a cada gole de um Dry Martini preparado à perfeiçao no bar do Hotel Savoy em Londres.

 
 

Uma dessas minhas inquietudes me levou até o Brasil – e meu instinto, o guia em quem mais confio –, me disse que minha vida iria mudar. E efetivamente mudou! Morando em São Paulo, comecei a conhecer um Brasil diferente dos estereótipos que mostravam as propagandas na Europa. Diversas culturas que conviviam em plena harmonia, de forma regional e universal, arte e culinária, gente espontânea e calorosa… era uma outra melodia que cantava a essência mais sofisticada de um Brasil que eu ainda não conhecia.

Novas referências me enriqueceriam através de longas conversas com meus novos amigos. Às vezes, sobre a gastronomia com artistas plásticos; às vezes sobre a Semana de Arte Moderna com um chef de cozinha. E por que não transformar essa experiência em arte? E por que não criar uma nova referência para este sabor tão presente em minha vida ? E assim, descascando e desidratando frutas, ralando cada puxuri e imbiriba à mão para depois enfrentar inúmeras macerações e testes, fui experimentando o surgimento de um novo sabor. Sempre com o olhar perfeccionista do querido amigo e mestre destilador Rob Dorsett, lá na Inglaterra.

 
 

Assim nasceu o nosso Arapuru, seguindo os métodos mais tradicionias de destilação de gin na Inglaterra com a sofisticação do sabor e do perfume desse Brasil que me fascina. O sabor da minha infância, da minha adolescência agora é também do meu lado orgulhosamente brasileiro, que levarei para sempre, mundo afora, com a sinfonia e a leveza do voar de um pássaro. #TupaSaveTheGin

 

Cresci com o sabor de zimbro presente na minha infância...


O zimbro das lindas montanhas da Eslováquia, onde me aventurava como escoteiro aos 5 anos de idade, colhendo junto com meu pai o que logo se transformaria num delicioso tempero nas mãos mágicas da minha avó. Tempero que perfumava toda a casa enquanto ela preparava nossos deliciosos almoços de domingo.

O mesmo sabor da minha adolescência, do meu primeiro contato com as bebidas espirituosas nos encontros com os amigos. Sim, nós eslovacos também temos a nossa “cachaça”. E ela é feita de zimbro! Chama-se borovička. Esse sabor, que foi amadurecendo comigo e com minhas viagens pelo mundo, foi também companheiro nas longas conversas com meu cunhado sobre a vida ou os esportes, sempre que ia visitar minha irmã em Londres. Um gin-tonic era a promessa de uma tarde perfeita para esses encontros que já viraram uma tradição em nossa família.

Logo me mudei para Londres, e também essa mudança expandiu meu olhar para essa inquietude que existe na mistura de culturas em uma grande metrópole. Foi lá onde começou a minha paixão pela Coquetelaria, seguindo as dicas do meu amigo Erik Lorincz, também eslovaco e apaixonado pelo Brasil. Erik é um mixologista que te inspira e te transporta por instantes a um filme de James Bond, 007, a cada gole de um Dry Martini preparado à perfeiçao no bar do Hotel Savoy em Londres.

Uma dessas minhas inquietudes me levou até o Brasil – e meu instinto, o guia em quem mais confio –, me disse que minha vida iria mudar. E efetivamente mudou! Morando em São Paulo, comecei a conhecer um Brasil diferente dos estereótipos que mostravam as propagandas na Europa. Diversas culturas que conviviam em plena harmonia, de forma regional e universal, arte e culinária, gente espontânea e calorosa… era uma outra melodia que cantava a essência mais sofisticada de um Brasil que eu ainda não conhecia.

Novas referências me enriqueceriam através de longas conversas com meus novos amigos. Às vezes, sobre a gastronomia com artistas plásticos; às vezes sobre a Semana de Arte Moderna com um chef de cozinha. E por que não transformar essa experiência em arte? E por que não criar uma nova referência para este sabor tão presente em minha vida ? E assim, descascando e desidratando frutas, ralando cada puxuri e imbiriba à mão para depois enfrentar inúmeras macerações e testes, fui experimentando o surgimento de um novo sabor. Sempre com o olhar perfeccionista do querido amigo e mestre destilador Rob Dorsett, lá na Inglaterra.

Assim nasceu o nosso Arapuru, seguindo os métodos mais tradicionias de destilação de gin na Inglaterra com a sofisticação do sabor e do perfume desse Brasil que me fascina. O sabor da minha infância, da minha adolescência agora é também do meu lado orgulhosamente brasileiro, que levarei para sempre, mundo afora, com a sinfonia e a leveza do voar de um pássaro. #TupaSaveTheGin

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